{"id":257,"date":"2026-10-12T01:19:34","date_gmt":"2026-10-12T01:19:34","guid":{"rendered":"https:\/\/blogdosoldador.com.br\/?p=257"},"modified":"2026-10-12T16:37:49","modified_gmt":"2026-10-12T16:37:49","slug":"passe-de-raiz-inox-curto-circuito-controlado-rmd","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdosoldador.com.br\/?p=257","title":{"rendered":"RMD no lugar do TIG? O que muda no passe de raiz em tubula\u00e7\u00e3o de a\u00e7o inoxid\u00e1vel"},"content":{"rendered":"\n<p><em>O RMD\u2122 e outras variantes de curto-circuito controlado prometem uma raiz mais r\u00e1pida e menos dependente da m\u00e3o do soldador. O que os dados sustentam, o que ainda \u00e9 afirma\u00e7\u00e3o de fabricante e o que precisa ser qualificado antes de trocar o TIG.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Um estudo de caso publicado pela Miller descreve uma empreiteira de tubula\u00e7\u00e3o que trocou a raiz TIG pela raiz RMD em inox 300. Montar a purga levava de 20 a 30 minutos por tubo; preparar o RMD, cerca de cinco minutos ou menos. Em um tubo de 18 polegadas, o ciclo TIG com purga e enchimento de arame tubular, que tomava algumas horas, caiu para perto de 30 minutos (<a href=\"https:\/\/www.millerwelds.com\/en-us\/case-studies\/pipe-contractor-eliminates-back-purge-on-stainless-steel-pipe-welds\">Miller, estudo de caso<\/a>). \u00c9 um caso \u00fanico, relatado por quem vende o equipamento. Mesmo assim, ele aponta onde o tempo realmente se perde em uma junta de inox.<\/p>\n\n\n\n<p>Se a raiz \u00e9 a etapa mais sens\u00edvel da tubula\u00e7\u00e3o inoxid\u00e1vel, por que tanta oficina ainda resolve o problema com a habilidade de poucos soldadores e com uma purga que consome mais tempo que o pr\u00f3prio arco? Parte da resposta \u00e9 cultural: quem testou MIG\/MAG na raiz anos atr\u00e1s e abandonou o processo guarda a lembran\u00e7a. A outra parte \u00e9 t\u00e9cnica, e mais interessante: o curto-circuito de hoje n\u00e3o \u00e9 o de antes, mas tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o universal.<\/p>\n\n\n\n<p>Este texto separa o que a tecnologia faz do que se afirma sobre ela, e o que as fontes independentes confirmam do que vem de cat\u00e1logo. No fim, uma lista do que verificar antes de levar o processo para a produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Raiz em inox: onde o risco e o tempo se concentram<\/h4>\n\n\n\n<p>A raiz de uma tubula\u00e7\u00e3o soldada de um lado s\u00f3 n\u00e3o tem segunda chance. Falta de fus\u00e3o na parede do chanfro, concavidade e penetra\u00e7\u00e3o excessiva ficam escondidas no interior do tubo e s\u00f3 aparecem no ensaio radiogr\u00e1fico, no teste de estanqueidade ou, pior, em servi\u00e7o. No inox, soma-se um problema: a face interna \u00e9 a que toca o fluido e a que sofre com a oxida\u00e7\u00e3o quando o ar entra em contato com o metal quente.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso a pr\u00e1tica consolidada \u00e9 o TIG com purga de arg\u00f4nio. A purga desloca o ar e evita os \u00f3xidos pesados que degradam o metal de base, o chamado a\u00e7ucaramento (<a href=\"https:\/\/www.thefabricator.com\/tubepipejournal\/article\/arcwelding\/how-to-weld-300-series-pipe-without-back-purge-welding\">The Fabricator, J. Byrne, Miller<\/a>). A qualidade \u00e9 alta, mas o custo aparece em outro lugar: tamponamento, veda\u00e7\u00e3o da junta, ventila\u00e7\u00e3o, tempo de espera, e tudo isso cresce com o di\u00e2metro e o comprimento do trecho. O processo exige ainda soldador com bastante pr\u00e1tica em TIG, perfil escasso em muitas regi\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"720\" height=\"410\" src=\"https:\/\/blogdosoldador.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/RMD-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-258\" style=\"width:660px;height:auto\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>E o MIG\/MAG convencional por curto-circuito? O mecanismo explica a m\u00e1 fama. A cada curto, a corrente sobe de forma abrupta, a gota \u00e9 destacada com for\u00e7a e a po\u00e7a se agita. A TWI aponta o alto n\u00edvel de respingos associado \u00e0s oscila\u00e7\u00f5es de corrente e tens\u00e3o do modo convencional (<a href=\"https:\/\/www.twi-global.com\/technical-knowledge\/job-knowledge\/mig-mag-developments-in-low-heat-input-transfer-modes-133\">TWI, MIG\/MAG: developments in low heat input transfer modes<\/a>). Na raiz, essa agita\u00e7\u00e3o pode jogar metal l\u00edquido contra a parede do chanfro, onde ele solidifica sem fundir, dando falta de fus\u00e3o. O soldador compensa com t\u00e9cnica, e \u00e9 a\u00ed que o processo vira dependente de habilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso n\u00e3o significa que o curto-circuito convencional falhe sempre. Uma disserta\u00e7\u00e3o da UFU sobre dutos de a\u00e7o carbono de pequeno di\u00e2metro e parede fina encontrou resultados razo\u00e1veis com o modo convencional, em um envelope operacional estreito e uniforme (<a href=\"https:\/\/repositorio.ufu.br\/handle\/123456789\/14898?locale=es\">UFU, 2011<\/a>). A quest\u00e3o \u00e9 a margem: quanto o processo perdoa de varia\u00e7\u00e3o de abertura, de stick-out e de posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">O que muda quando o curto-circuito \u00e9 controlado<\/h4>\n\n\n\n<p>No modo convencional, o ciclo de curto-circuito ocorre tipicamente entre 50 e 150 vezes por segundo, e a corrente segue o que a tens\u00e3o de refer\u00eancia imp\u00f5e. Nas variantes controladas, a fonte, digital, modela a forma de onda da corrente. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" data-id=\"263\" src=\"https:\/\/blogdosoldador.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/RMD-3.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-263\" srcset=\"https:\/\/blogdosoldador.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/RMD-3.jpg 1024w, https:\/\/blogdosoldador.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/RMD-3-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Curva Caracter\u00edstica do Processo RMD Miller<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary><\/summary>\n<p><\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>A TWI observa que, apesar das diferen\u00e7as, os sistemas compartilham uma ideia: reduzir rapidamente a corrente imediatamente antes da reabertura do arco, para que a gota se destaque com menos for\u00e7a e gere menos respingo (<a href=\"https:\/\/www.twi-global.com\/technical-knowledge\/job-knowledge\/mig-mag-developments-in-low-heat-input-transfer-modes-133\">TWI<\/a>).<\/p>\n\n\n\n<p>Tratar todas como se fossem a mesma tecnologia, como o texto original fazia, esconde diferen\u00e7as que importam na hora de escolher equipamento e qualificar procedimento:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><thead><tr><td>Tecnologia<\/td><td>Fabricante<\/td><td>Como controla a transfer\u00eancia<\/td><td>O que vale saber<\/td><\/tr><\/thead><tbody><tr><td>RMD\u2122 (Regulated Metal Deposition)<\/td><td>Miller<\/td><td>O sistema antecipa o curto-circuito e reduz a corrente dispon\u00edvel para uma transfer\u00eancia consistente<\/td><td>Foco hist\u00f3rico em raiz de tubula\u00e7\u00e3o; mesma plataforma pode rodar variantes pulsadas<\/td><\/tr><tr><td>STT\u00ae (Surface Tension Transfer)<\/td><td>Lincoln Electric<\/td><td>Controle direto da corrente, que ajusta o calor independentemente da velocidade do arame; a mudan\u00e7a de stick-out n\u00e3o altera o calor<\/td><td>Processo patenteado; amplamente usado em raiz de dutos<\/td><\/tr><tr><td>CMT (Cold Metal Transfer)<\/td><td>Fronius<\/td><td>Al\u00e9m da corrente, integra o movimento do arame, que recua no curto-circuito<\/td><td>Exige alimentador e tocha espec\u00edficos; a maioria das aplica\u00e7\u00f5es \u00e9 mecanizada ou automatizada<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>Fontes: <a href=\"https:\/\/www.millerwelds.com\/en-US\/resources\/knowledge-hub\/mig-welding\/how-to\/regulated-metal-deposition-rmd-mig-welding-process-improves-stainless-steel-pipe-fabrication\">Miller<\/a>, <a href=\"https:\/\/ch-delivery.lincolnelectric.com\/api\/public\/content\/070d4584a6be4862a9206945630e07ed\">Lincoln Electric<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.twi-global.com\/technical-knowledge\/job-knowledge\/mig-mag-developments-in-low-heat-input-transfer-modes-133\">TWI<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>A TWI compila ainda o que os fabricantes alegam: redu\u00e7\u00e3o de 5% a 30% no aporte de calor e capacidade de ponte de abertura de at\u00e9 4,8 mm. S\u00e3o valores de cat\u00e1logo, n\u00e3o medi\u00e7\u00f5es independentes. No Brasil, o tema tem trabalho acad\u00eamico pr\u00f3prio: o LABSOLDA, da UFSC, estuda h\u00e1 anos o curto-circuito com controle de corrente aplicado ao passe de raiz (<a href=\"https:\/\/labsolda.ufsc.br\/publicacoes\/artigos\/2008_si_regis_02.pdf\">Dutra e Gon\u00e7alves e Silva, Soldagem &amp; Inspe\u00e7\u00e3o, 2008<\/a>).<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">RMD\u2122: onde est\u00e3o os ganhos potenciais<\/h4>\n\n\n\n<p>O que o RMD\u2122 faz, em termos pr\u00e1ticos, \u00e9 entregar uma gota por vez de forma regular, com a po\u00e7a relativamente calma. O fabricante descreve, com apoio de filmagem de alta velocidade, ondula\u00e7\u00f5es pequenas na po\u00e7a que favorecem a fus\u00e3o com a parede do chanfro. Em consequ\u00eancia, o comprimento do arco permanece est\u00e1vel mesmo quando o stick-out varia, um problema t\u00edpico de soldador em in\u00edcio de aprendizado nas posi\u00e7\u00f5es de 4 a 6 horas (<a href=\"https:\/\/www.millerwelds.com\/en-US\/resources\/knowledge-hub\/mig-welding\/how-to\/regulated-metal-deposition-rmd-mig-welding-process-improves-stainless-steel-pipe-fabrication\">Miller<\/a>).<\/p>\n\n\n\n<p>A t\u00e9cnica de opera\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m muda. Em curto-circuito convencional, o soldador costuma posicionar o arco na borda dianteira da po\u00e7a. No RMD\u2122, o fabricante orienta manter o arame no centro da po\u00e7a e n\u00e3o favorecer o lado alto de uma junta desalinhada. A l\u00f3gica \u00e9 deixar a regula\u00e7\u00e3o da fonte fazer o ajuste.<\/p>\n\n\n\n<p>A tabela abaixo re\u00fane as afirma\u00e7\u00f5es quantitativas mais citadas, quem as faz e como trat\u00e1-las. A coluna da direita \u00e9 opini\u00e3o editorial, n\u00e3o dado de fonte.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><thead><tr><td>Afirma\u00e7\u00e3o<\/td><td>Origem<\/td><td>Como tratar<\/td><\/tr><\/thead><tbody><tr><td>Velocidade de deslocamento de 6 a 12 pol\/min (cerca de 150 a 300 mm\/min), contra 3 a 5 pol\/min no TIG em posi\u00e7\u00e3o fixa<\/td><td>Miller (fabricante)<\/td><td>Ordem de grandeza \u00fatil; medir no seu spool, com a sua geometria<\/td><\/tr><tr><td>Soldador novo proficiente em menos de dois dias; experiente em menos de duas horas<\/td><td>Miller<\/td><td>Aprender a operar n\u00e3o \u00e9 qualificar; o soldador ainda precisa ser qualificado no procedimento<\/td><\/tr><tr><td>Pontes de abertura de at\u00e9 3\/16&#8243; (cerca de 4,8 mm) e tolera desalinhamento<\/td><td>Miller; a TWI cita 4,8 mm como valor de fabricantes<\/td><td>Limite declarado, n\u00e3o garantia; validar com as toler\u00e2ncias reais de ajuste<\/td><\/tr><tr><td>Poss\u00edvel elimina\u00e7\u00e3o do passe quente, com garganta de raiz de 3,2 a 6,3 mm<\/td><td>Miller<\/td><td>Depende da espessura, do passe de enchimento seguinte e da EPS<\/td><\/tr><tr><td>Ganho de produtividade de 100% a 400%<\/td><td>Miller<\/td><td>Sem processo de refer\u00eancia nem condi\u00e7\u00f5es; n\u00e3o usar como promessa<\/td><\/tr><tr><td>Tubo de 18&#8243;: de algumas horas (TIG com purga e arame tubular) para cerca de 30 min (RMD sem purga e arame tubular)<\/td><td>Estudo de caso Miller com empreiteira<\/td><td>Caso real, por\u00e9m \u00fanico e publicado por fabricante<\/td><\/tr><tr><td>Abertura de 4 mm preenchida em passe \u00fanico em chapa de 5 mm de 316L, mais r\u00e1pido que SMAW e TIG<\/td><td>Trabalho acad\u00eamico sobre curto-circuito modificado (autoria e data a confirmar na publica\u00e7\u00e3o original)<\/td><td>Resultado de laborat\u00f3rio em chapa; n\u00e3o extrapolar para tubo em posi\u00e7\u00e3o<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>Fontes: <a href=\"https:\/\/www.millerwelds.com\/en-US\/resources\/knowledge-hub\/mig-welding\/how-to\/regulated-metal-deposition-rmd-mig-welding-process-improves-stainless-steel-pipe-fabrication\">Miller<\/a>, <a href=\"https:\/\/millerweldseurope.com\/miller-technologies\/regulated-metal-deposition-rmd-mig-welding-process-improves-stainless-steel-pipe-fabrication\/\">Miller Europa<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.millerwelds.com\/en-us\/case-studies\/pipe-contractor-eliminates-back-purge-on-stainless-steel-pipe-welds\">estudo de caso Miller<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.twi-global.com\/technical-knowledge\/job-knowledge\/mig-mag-developments-in-low-heat-input-transfer-modes-133\">TWI<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.academia.edu\/21986060\/Modified_Short_Arc_GMAW_Techniques_for_Welding_a_Root_Pass\">trabalho acad\u00eamico<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Purga interna: onde a economia pede mais cuidado<\/h4>\n\n\n\n<p>\u00c9 aqui que o artigo original era mais generoso do que as fontes permitem. A promessa de dispensar a purga \u00e9 real, mas est\u00e1 atrelada a uma lista de condi\u00e7\u00f5es, a um tipo de material e a um tipo de servi\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>A l\u00f3gica proposta pelo fabricante \u00e9 f\u00edsica: com transfer\u00eancia calma, o g\u00e1s que sai da tocha n\u00e3o \u00e9 perturbado e atravessa a abertura da raiz; como a po\u00e7a solidifica r\u00e1pido, a prote\u00e7\u00e3o s\u00f3 precisa durar pouco (<a href=\"https:\/\/www.thefabricator.com\/tubepipejournal\/article\/arcwelding\/how-to-weld-300-series-pipe-without-back-purge-welding\">The Fabricator, J. Byrne<\/a>). Para qualificar um procedimento sem purga em inox s\u00e9rie 300, o mesmo autor lista cinco condi\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Abertura de raiz m\u00ednima de 1\/8&#8243; (3,2 mm) em toda a circunfer\u00eancia.<\/li>\n\n\n\n<li>Limpeza do interior e do exterior do tubo, com escova espec\u00edfica para inox, a pelo menos 1&#8243; (25 mm) da junta.<\/li>\n\n\n\n<li>Arame inoxid\u00e1vel com alto teor de sil\u00edcio, como 316LSi ou 308LSi.<\/li>\n\n\n\n<li>Mistura gasosa formulada para o processo, como 90% h\u00e9lio, 7,5% arg\u00f4nio e 2,5% CO\u2082, ou 98% arg\u00f4nio e 2% CO\u2082.<\/li>\n\n\n\n<li>Bocal c\u00f4nico na raiz, para concentrar a cobertura de g\u00e1s.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O pr\u00f3prio fabricante reconhece que sobra um pouco de \u00f3xido na face interna, que costuma se soltar com o resfriamento e que ele considera dentro dos padr\u00f5es para petr\u00f3leo, gera\u00e7\u00e3o de energia e petroqu\u00edmica. N\u00e3o atende, segundo a mesma fonte, servi\u00e7os de alta pureza como farmac\u00eautico, semicondutores e alimentos. E, segundo o autor, aplica\u00e7\u00f5es em duplex de alta pureza ainda exigem TIG na raiz (<a href=\"https:\/\/www.thefabricator.com\/tubepipejournal\/article\/arcwelding\/how-to-weld-300-series-pipe-without-back-purge-welding\">The Fabricator<\/a>; <a href=\"https:\/\/www.millerwelds.com\/en-US\/resources\/knowledge-hub\/mig-welding\/how-to\/regulated-metal-deposition-rmd-mig-welding-process-improves-stainless-steel-pipe-fabrication\">Miller<\/a>). Em qualquer caso, trocar o processo obriga a requalificar a EPS.<\/p>\n\n\n\n<p>O que dizem as fontes independentes?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Um artigo da <em>Welding in the World<\/em> (2023) soldou 304L com GMAW de forma de onda controlada, sem g\u00e1s de prote\u00e7\u00e3o interno. Os testes de polariza\u00e7\u00e3o mostraram resist\u00eancia \u00e0 corros\u00e3o por pite semelhante \u00e0 de soldas de refer\u00eancia feitas com TIG e com GMAW sob purga. O potencial de repassiva\u00e7\u00e3o foi compar\u00e1vel; o potencial de pite, um pouco menor (<a href=\"https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1007\/s40194-022-01442-x\">McNicol et al., Springer<\/a>). Vale notar que a soldagem foi feita por equipe da Lincoln Electric, com um coautor da empresa, e que o resumo fala em &#8220;forma de onda controlada&#8221;, sem apontar uma tecnologia espec\u00edfica.<\/li>\n\n\n\n<li>Um estudo publicado na <em>Corrosion Science<\/em> sobre raiz de GMAW em tubula\u00e7\u00e3o de 316L concluiu que a purga de arg\u00f4nio melhorou a resist\u00eancia ao pite. As soldas sem g\u00e1s interno tiveram mais ferrita e maior segrega\u00e7\u00e3o de cromo e molibd\u00eanio (<a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/abs\/pii\/S0010938X25001520\">ScienceDirect, 2025<\/a>; resumo consultado, texto completo n\u00e3o acessado).<\/li>\n\n\n\n<li>O centro de pesquisa Ma2JIC, da Ohio State, afirma que a soldagem sem g\u00e1s interno com curto-circuito modificado existe h\u00e1 cerca de 20 anos e ainda foi pouco adotada em servi\u00e7o corrosivo, com diferen\u00e7as de colora\u00e7\u00e3o e de pite na zona afetada pelo calor do lado de tr\u00e1s. O projeto seguinte inclui austen\u00edticos e duplex (<a href=\"https:\/\/ma2jic.osu.edu\/no-backing-gas-welding-austenitic-and-duplex-stainless-steels\">Ma2JIC\/OSU<\/a>).<\/li>\n\n\n\n<li>Artigos da confer\u00eancia ASME PVP, de autores ligados a operadoras e projetistas, avaliaram propriedades mec\u00e2nicas e de corros\u00e3o de soldas sem purga contra requisitos de servi\u00e7o corrosivo e criog\u00eanico do ASME B31.3 (<a href=\"https:\/\/pvp.secure-platform.com\/a\/solicitations\/219\/sessiongallery\/16974\/application\/123088\">ASME PVP, resumo<\/a>). Quem decide nesses projetos testa caso a caso.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Em s\u00edntese: para tubula\u00e7\u00e3o industrial geral, com servi\u00e7o de corrosividade moderada, h\u00e1 base t\u00e9cnica para qualificar um procedimento sem purga. Para servi\u00e7o agressivo, criog\u00eanico, duplex ou higi\u00eanico, a resposta depende do projeto e de ensaios.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 ainda a quest\u00e3o da aceita\u00e7\u00e3o. O n\u00edvel de oxida\u00e7\u00e3o tolerado na face interna \u00e9 definido em contrato. Para tubo sanit\u00e1rio, as refer\u00eancias s\u00e3o a AWS D18.1, a AWS D18.2 e o ASME BPE; para tubula\u00e7\u00e3o em geral, a PFI publicou a norma ES-50, que traz fotografias de refer\u00eancia de colora\u00e7\u00e3o para as partes escolherem (<a href=\"https:\/\/www.tubechina.net\/en\/news\/info\/1516.html\">Tube China, a partir do Tube &amp; Pipe Journal<\/a>). Combine o n\u00edvel aceito com o cliente antes de soldar, n\u00e3o depois.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Raiz, enchimento e acabamento: montando a sequ\u00eancia<\/h4>\n\n\n\n<p>A ideia econ\u00f4mica \u00e9 que a raiz deposite metal suficiente para suportar o calor do primeiro passe de enchimento, que pode ser GMAW pulsado ou arame tubular, e que em certos casos se dispense o passe quente em TIG (<a href=\"https:\/\/www.millerwelds.com\/en-US\/resources\/knowledge-hub\/mig-welding\/how-to\/regulated-metal-deposition-rmd-mig-welding-process-improves-stainless-steel-pipe-fabrication\">Miller<\/a>). O ganho vem do conjunto, n\u00e3o da raiz sozinha. Mas a condi\u00e7\u00e3o \u00e9 de procedimento: espessura, fus\u00e3o entre passes e temperatura de interpasse precisam constar na EPS.<\/p>\n\n\n\n<p>Um ponto que o original apresentava de modo simplificado: usar o mesmo arame e o mesmo g\u00e1s em todos os passes. O artigo de Byrne observa que o enchimento e o acabamento pulsados funcionam desde que o g\u00e1s tenha pelo menos 80% de arg\u00f4nio. A mistura rica em h\u00e9lio sugerida para a raiz sem purga n\u00e3o satisfaz essa condi\u00e7\u00e3o (<a href=\"https:\/\/www.thefabricator.com\/tubepipejournal\/article\/arcwelding\/how-to-weld-300-series-pipe-without-back-purge-welding\">The Fabricator<\/a>). Ou seja, a sequ\u00eancia de um g\u00e1s s\u00f3 exige escolher a mistura pensando nos dois passes e qualificar a escolha. A Miller chama de Accu-Pulse\u2122 a sua variante de pulsado com controle de comprimento e largura do arco; outros fabricantes t\u00eam solu\u00e7\u00f5es equivalentes.<\/p>\n\n\n\n<p>A mecaniza\u00e7\u00e3o reduz a variabilidade de velocidade de deslocamento e de stick-out. Um documento de fornecedor de acess\u00f3rios relata que uma fonte multiprocesso acoplada a um sistema de carro de tubo, com RMD na raiz, rendeu o equivalente a cerca de tr\u00eas soldadores manuais em uma oficina (<a href=\"http:\/\/www.jimmyjammer.com\/wp-content\/themes\/stinger_theme\/pdf\/Pipe-Jammer.pdf\">USA Energy Fabrication, material do fornecedor<\/a>). \u00c9 o relato de uma oficina, n\u00e3o uma regra. A TWI observa que a maior parte das aplica\u00e7\u00f5es de CMT \u00e9 mecanizada ou automatizada, em parte pelo peso da tocha (<a href=\"https:\/\/www.twi-global.com\/technical-knowledge\/job-knowledge\/mig-mag-developments-in-low-heat-input-transfer-modes-133\">TWI<\/a>). Em qualquer caso, a mecaniza\u00e7\u00e3o cobra um ajuste de montagem mais consistente.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">O que verificar antes de levar a tecnologia para a produ\u00e7\u00e3o<\/h4>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Servi\u00e7o e especifica\u00e7\u00e3o.<\/strong> O projeto permite o processo e a aus\u00eancia de purga? Servi\u00e7o corrosivo, criog\u00eanico, sanit\u00e1rio ou duplex mudam a resposta.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Material.<\/strong> Inox austen\u00edtico s\u00e9rie 300 \u00e9 o campo em que h\u00e1 mais relato. Fora dele, exija evid\u00eancia espec\u00edfica.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>EPS e RQPS.<\/strong> Processo, consum\u00edvel, g\u00e1s, posi\u00e7\u00e3o e geometria entram como vari\u00e1veis. Defina os ensaios, incluindo dobramento, macrografia, ensaio n\u00e3o destrutivo e, se o contrato pedir, corros\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Ajuste e limpeza.<\/strong> Abertura de raiz, ponteamento consumido pelo passe e limpeza do interior e do exterior seguem a documenta\u00e7\u00e3o do fabricante do equipamento.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>G\u00e1s e arame.<\/strong> Escolha a mistura considerando raiz e enchimento. Confirme o teor de sil\u00edcio do arame.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Crit\u00e9rio de aceita\u00e7\u00e3o da face interna.<\/strong> Escolha o n\u00edvel de colora\u00e7\u00e3o aceito (AWS D18.2, ASME BPE ou PFI ES-50, conforme o caso) antes da qualifica\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Equipamento.<\/strong> Fonte com o processo, alimentador, tocha e bocal adequados. Se for mecanizar, inclua o dispositivo de abertura de raiz.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Soldador.<\/strong> O soldador \u00e9 qualificado no procedimento espec\u00edfico, na posi\u00e7\u00e3o do trabalho.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Piloto com m\u00e9tricas.<\/strong> Solde corpos de prova e uma junta real, com ensaio. Me\u00e7a o tempo total por junta, incluindo montagem de purga, esmerilhamento e retrabalho, antes e depois.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">O que sobra da pergunta<\/h4>\n\n\n\n<p>O curto-circuito controlado melhorou de fato a raiz em MIG\/MAG: reduz respingos, estabiliza a po\u00e7a e torna o processo menos dependente de habilidade. Os relatos de produtividade s\u00e3o consistentes na dire\u00e7\u00e3o, mas variam em tamanho e quase sempre v\u00eam de quem fabrica ou vende. A dispensa da purga \u00e9 o ganho mais atraente e o que mais exige cautela.<\/p>\n\n\n\n<p>A pergunta \u00fatil, portanto, n\u00e3o \u00e9 se o RMD\u2122 funciona. \u00c9 em quais juntas da sua f\u00e1brica ele pode substituir o TIG com seguran\u00e7a, e quanto isso vale depois de contar montagem de purga, retrabalho e requalifica\u00e7\u00e3o. Se voc\u00ea j\u00e1 testou o processo em inox, o que mais surpreendeu: o ganho de tempo, o aspecto interno da raiz ou a curva de aprendizado do soldador?<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Refer\u00eancias<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Usadas para fundamentar o artigo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><thead><tr><td>Institui\u00e7\u00e3o \/ autor<\/td><td>T\u00edtulo<\/td><td>Data<\/td><td>Link<\/td><td>O que ajudou a verificar<\/td><\/tr><\/thead><tbody><tr><td>Miller Electric<\/td><td>RMD\u2122 MIG Welding Process Improves Stainless Steel Pipe Fabrication<\/td><td>publicado em 16\/08\/2024<\/td><td><a href=\"https:\/\/www.millerwelds.com\/en-US\/resources\/knowledge-hub\/mig-welding\/how-to\/regulated-metal-deposition-rmd-mig-welding-process-improves-stainless-steel-pipe-fabrication\">link<\/a><\/td><td>Princ\u00edpio do RMD, velocidades, 100\u2013400%, condi\u00e7\u00f5es sem purga, limite de alta pureza<\/td><\/tr><tr><td>Miller Electric (Europa)<\/td><td>RMD\u00ae MIG Process Enhances Stainless Steel Pipe Fabrication<\/td><td>sem data na c\u00f3pia consultada<\/td><td><a href=\"https:\/\/millerweldseurope.com\/miller-technologies\/regulated-metal-deposition-rmd-mig-welding-process-improves-stainless-steel-pipe-fabrication\/\">link<\/a><\/td><td>Abertura de 5 mm (3\/16&#8243;) e garganta de raiz de 3,2 a 6,3 mm<\/td><\/tr><tr><td>Miller Electric<\/td><td>Pipe Contractor Eliminates Back Purge on Stainless Steel Pipe Welds<\/td><td>sem data na c\u00f3pia consultada<\/td><td><a href=\"https:\/\/www.millerwelds.com\/en-us\/case-studies\/pipe-contractor-eliminates-back-purge-on-stainless-steel-pipe-welds\">link<\/a><\/td><td>Tempos de purga e do tubo de 18&#8243; no caso da empreiteira<\/td><\/tr><tr><td>J. Byrne (Miller), The Fabricator<\/td><td>How to weld 300 series pipe without back purge welding<\/td><td>23\/05\/2019, atualizado em 07\/12\/2023<\/td><td><a href=\"https:\/\/www.thefabricator.com\/tubepipejournal\/article\/arcwelding\/how-to-weld-300-series-pipe-without-back-purge-welding\">link<\/a><\/td><td>Sugaring, cinco condi\u00e7\u00f5es, requalifica\u00e7\u00e3o de EPS, limite de g\u00e1s para pulsado<\/td><\/tr><tr><td>TWI<\/td><td>MIG\/MAG \u2013 Developments in Low Heat Input Transfer Modes<\/td><td>19\/10\/2015<\/td><td><a href=\"https:\/\/www.twi-global.com\/technical-knowledge\/job-knowledge\/mig-mag-developments-in-low-heat-input-transfer-modes-133\">link<\/a><\/td><td>Diferen\u00e7as entre RMD, STT e CMT; 5\u201330% de calor; 4,8 mm; mecaniza\u00e7\u00e3o do CMT<\/td><\/tr><tr><td>Lincoln Electric<\/td><td>Surface Tension Transfer (STT)<\/td><td>folheto de 2005\/2006 (NX-2.20)<\/td><td><a href=\"https:\/\/ch-delivery.lincolnelectric.com\/api\/public\/content\/070d4584a6be4862a9206945630e07ed\">link<\/a><\/td><td>Princ\u00edpio do STT e controle de corrente<\/td><\/tr><tr><td>McNicol, Narayanan, Sridhar, Fink<\/td><td>Corrosion resistance of austenitic stainless steel welds with no-backing gas, Welding in the World 67<\/td><td>14\/12\/2022 (vol. 2023)<\/td><td><a href=\"https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1007\/s40194-022-01442-x\">link<\/a><\/td><td>Resist\u00eancia ao pite sem purga em 304L (apenas resumo)<\/td><\/tr><tr><td>Autores do estudo, Corrosion Science<\/td><td>Pitting corrosion mechanism of root pass GMAW weld metal in stainless steel pipeline with and without internal argon filling<\/td><td>2025<\/td><td><a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/abs\/pii\/S0010938X25001520\">link<\/a><\/td><td>Efeito da purga na resist\u00eancia ao pite em 316L (apenas resumo)<\/td><\/tr><tr><td>Ma2JIC \/ Ohio State<\/td><td>No Backing Gas Welding of Austenitic and Duplex Stainless Steels<\/td><td>sem data na p\u00e1gina<\/td><td><a href=\"https:\/\/ma2jic.osu.edu\/no-backing-gas-welding-austenitic-and-duplex-stainless-steels\">link<\/a><\/td><td>Hist\u00f3rico e limites da soldagem sem purga<\/td><\/tr><tr><td>ASME PVP<\/td><td>Evaluation of Mechanical and Corrosion Properties of Stainless-Steel Weldment Using GMAW Modified Waveform Short Circuit Welding Process Without Backing Gas (paper 123088)<\/td><td>sem data no resumo<\/td><td><a href=\"https:\/\/pvp.secure-platform.com\/a\/solicitations\/219\/sessiongallery\/16974\/application\/123088\">link<\/a><\/td><td>Avalia\u00e7\u00e3o contra requisitos do ASME B31.3 (apenas resumo)<\/td><\/tr><tr><td>Tube &amp; Pipe Journal (via Tube China)<\/td><td>Pipe Fabrication Institute issues standard on purging pipe<\/td><td>sem data na c\u00f3pia consultada<\/td><td><a href=\"https:\/\/www.tubechina.net\/en\/news\/info\/1516.html\">link<\/a><\/td><td>Exist\u00eancia e finalidade da PFI ES-50<\/td><\/tr><tr><td>UFU<\/td><td>Aplica\u00e7\u00e3o de processos MAG curto-circuito convencional e controlado na soldagem de dutos de a\u00e7o carbono<\/td><td>2011<\/td><td><a href=\"https:\/\/repositorio.ufu.br\/handle\/123456789\/14898?locale=es\">link<\/a><\/td><td>Desempenho de STT, RMD e CMT em parede fina<\/td><\/tr><tr><td>Dutra e Gon\u00e7alves e Silva, UFSC<\/td><td>MIG\/MAG \u2013 Transfer\u00eancia Met\u00e1lica por Curto-Circuito sob Controle da Forma de Onda da Corrente<\/td><td>2008<\/td><td><a href=\"https:\/\/labsolda.ufsc.br\/publicacoes\/artigos\/2008_si_regis_02.pdf\">link<\/a><\/td><td>Fundamentos do controle de corrente no curto-circuito<\/td><\/tr><tr><td>USA Energy Fabrication \/ Jimmy Jammer<\/td><td>Pipe Jammer (material do fornecedor)<\/td><td>sem data<\/td><td><a href=\"http:\/\/www.jimmyjammer.com\/wp-content\/themes\/stinger_theme\/pdf\/Pipe-Jammer.pdf\">link<\/a><\/td><td>Relato de mecaniza\u00e7\u00e3o na raiz com RMD<\/td><\/tr><tr><td>Autores a confirmar<\/td><td>Modified Short Arc GMAW Techniques for Welding a Root Pass<\/td><td>sem data confirmada<\/td><td><a href=\"https:\/\/www.academia.edu\/21986060\/Modified_Short_Arc_GMAW_Techniques_for_Welding_a_Root_Pass\">link<\/a><\/td><td>Resultado em chapa de 316L de 5 mm (apenas trecho)<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Leitura complementar (consultadas apenas em parte)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/ispe.org\/pharmaceutical-engineering\/july-august-2024\/acceptable-discoloration-levels-pharmaceutical-weld\">ISPE, Acceptable Discoloration Levels on Pharmaceutical Weld Beads, jul\/ago 2024<\/a>: crit\u00e9rios de colora\u00e7\u00e3o em solda sanit\u00e1ria e evolu\u00e7\u00e3o do ASME BPE.<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.gov.br\/anp\/pt-br\/centrais-de-conteudo\/dados-abertos\/arquivos\/anuario-estatistico-2026\/secao-4\/anuario-abertos-metadados-tabela4-10.pdf\">ANP, Anu\u00e1rio Estat\u00edstico 2026, tabela 4.10 (capacidade instalada de biodiesel)<\/a>: origem oficial para quem quiser atualizar dados de mercado.<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O RMD\u2122 e outras variantes de curto-circuito controlado prometem uma raiz mais r\u00e1pida e menos dependente da m\u00e3o do soldador. 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